sábado, 15 de dezembro de 2012

Sinopse


A mudança acontece realmente na sua vida e acontece já.

Um livro revolucionário que se foca na solução e não no problema. Oferece-lhe respostas ao invés de as procurar no passado, dando-lhe a capacidade de mudar o que quer agora.

O Método revela as Cinco Ferramentas que precisa para transformar os problemas em coragem, confiança e novas oportunidades.
Um livro que atua no imediato.

A obra que mudou a vida de muitas estrelas de Hollywood.O Método de Barry Michels, Phil Stutz
Críticas de imprensa

«O Método é um livro inovador que nos torna capazes de transformar a nossa vida.»

Marianne Williamson, autora bestseller na área do desenvolvimento pessoal

«Estas ferramentas são revolucionárias: ajudam-nos a ultrapassar conflitos, a ser mais felizes e a sentir que temos um objetivo na vida. Simples e práticas, permitem-nos aceder ao que de melhor há em nós.»

Kathy Freston, autora bestseller na área da autoajuda
«A simplicidade das ferramentas fará com que qualquer pessoa as possa usar. A abordagem clara e prática associada à crença de que 'o poder das forças superiores é real' é uma combinação vencedora. Este é um dos raros livros de autoajuda que não acaba no 'eu'. (...) Transcendente... Um método rápido e simples de autoaperfeiçoamento.»

Publishers Weekly
«Um 'segredo aberto' em Hollywood... [Stutz e Michels] desenvolveram um método concebido para aceder ao poder criativo do inconsciente.»

The New Yorker

«Um livro intelectualmente provocador com uma receita forte para mudar a sua vida - desaconselhado a quem não quer sair da sua zona de conforto.»

Kirkus

Sinopse


A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.
O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.
O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.
A verdade oculta sobre a crise.
Numa aventura vertiginosa que nos transporta ao coração mais tenebroso da alta política e finança, José Rodrigues dos Santos volta a impor-se como o grande mestre do mistério. Além de ser um romance de cortar o fôlego, A Mão do Diabo divulga informação verdadeira e revela-se um precioso guia para entender a crise, conhecer os seus autores e compreender o que nos reserva o futuro.A Mão do Diabo de José Rodrigues dos Santos


Críticas de imprensa

«Melhor do que Dan Brown.»

Tros Nieuwsshow, Holanda

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Nenhum Caminho Será Longo - Para uma teologia da amizade



EditoraPaulinas.

 


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SINOPSE
Qual será o verdadeiro nome da amizade? E é possível a amizade ser nomeada? Quando nos confrontamos com a pergunta sentimo-nos em embaraço: de sua natureza, a amizade é um sentimento forte e intenso, sem deixar de ser uma experiência discreta, sempre singular no seu registo, quase quotidiana, na sua expressão. Não é por acaso que, nas nossas sociedades, o amor é tutelado institucionalmente. Não há, porém, nenhuma lei que tutele a amizade. Contudo, ela constitui um património humano sem o qual a nossa vida não seria a mesma ou simplesmente não seria. Falamos muito do amor e pouco da amizade. Este novo livro de José Tolentino Mendonça será uma surpresa e um marco. Capítulo a capítulo, envolve-nos numa viagem que convoca a cultura e a espiritualidade, a antropologia e a Bíblia, as artes e a experiência comum. Deixando ainda espaço para que juntemos a nossa voz, nesta espécie de elogio àquilo que os amigos são.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A Queda dos Gigantes - Ken Follett



Há muito tempo não encontrava um livro que tentasse de forma tão declarada cruzar a realidade histórica com a ficção. O risco que Follett correu foi enorme. A História, ainda mais numa época tão polémica como a da Primeira Guerra Mundial dificilmente se compadece com esta miscelânea de factos e estórias.



A ideia base faz lembrar o eterno Guerra e Paz. No entanto, nem a ficção se aproxima da criatividade e simbolismo de Tolstoi nem a análise histórica faz sombra à clarividência e profundidade do mestre russo.

Ao longo de quase mil páginas, Follett parte para esta abordagem com um enquadramento de cinco famílias em locais estrategicamente significativos:

- A família do jovem mineiro Billy, em Gales, que representa a grande massa anónima que faz as guerras, faz a História e alimenta o mundo; Billy, a irmã Ethel, “guerreira” pela causa sufragista e o pai sindicalista simbolizam a classe operária explorada e, no entanto, triunfadora na entrada da modernidade que o século XX viria anunciar.

- A família de Fitz, inglês, representa a aristocracia tradicional, conservadora e arreigada ao preconceito, alimentando-se da injustiça social.

- A família de Walther, alemão, alto funcionário governamental, envolve o mais tacanho tradicionalismo alemão, representado pelo pai, Otto, em contraste com as ideias modernas, democráticas de Walther.

- A família Pechkov, na Rússia acompanha todo o processo conturbado de derrube do regime czarista e de instauração do bolchevismo soviético. Grigori é o revolucionário convicto, vítima das maiores atrocidades por parte do czarismo e Lev é o irmão oportunista que envereda pela trafulhice mais pérfida como forma de afirmação pessoal e vingança perante um passado de injustiça.

- Nos Estados Unidos da América, Gus, assistente do presidente Wilson é a imagem da América como a terra prometida dos tempos modernos, o país cor de rosa em que todos os sonhos são possíveis.

Por detrás da história de ficção, Follett apresenta-nos uma análise histórica que, em alguns aspectos, se revela muito interessante e inovadora:

Os destinos do mundo, por vezes, dependem de conveniências pessoais; veja-se como alguns personagens são contra a guerra porque estão apaixonados; outros são a favor do conflito por egoísmo, vaidade ou por conveniência pessoal.

Também a Guerra civil na Rússia, como outras guerras, é movida por interesses. Aliás, um dos méritos deste livro reside na atenção dada a um aspecto que a historiografia tem desprezado: o apoio (absurdo em termos ideológicos) da Alemanha ao bolchevismo e da Inglaterra às forças contra-revolucionárias.

O autor opta por aproximar perigosamente os personagens ficcionais aos reais, causando situações pouco verosímeis, como a conversa do soldado Grigori com Kerenski ou de Lenine com os conservadores alemães.

A tentativa de fidelidade histórica é por vezes obsessiva, o que retira interesse à narrativa ficcional. Follett procura, até à exaustão, ser rigoroso historicamente; isso leva-o a descrições demasiado pormenorizadas, principalmente da situação política na Rússia.

Pelo contrário, despreza por completo os inúmeros combates que se deram nas colónias, principalmente em África. Nem sequer refere esse aspecto, o que constitui uma lacuna grave.

O autor cai também em alguns exageros, como a importância da aviação na primeira guerra mundial (estava nos primórdios), a importância dos submarinos e o apoio financeiro (pouco verosímil) dos conservadores alemães a Lenine.

No final da guerra fica a ideia de um certo idealismo em relação aos EUA – o país onde um politico pode casar com uma jornalista anarquista; o país da liberdade e da prosperidade. No entanto, esse é também o país onde Lev se torna o criminoso triunfante.

Como curiosidade, gostava de realçar o desprezo total pela participação portuguesa na guerra. Portugal só é referido uma vez e em termos muito depreciativos: o delegado português à Conferência da Paz intervém uma vez para solicitar que o texto final inclua uma referência a Deus, sendo por isso alvo de chacota por parte dos outros delegados. Afinal de contas nada de estranho se considerarmos que Follett é inglês…

No final da obra sobressai a grande ideia que se assume como uma espécie de lição de moral: o fim da Primeira Guerra Mundial lança o início da segunda; os vencedores da guerra procuraram cobrar à Alemanha todas as despesas e prejuízos, numa atitude de arrogância vingativa que acabou por alimentar o grande monstro chamado Nazismo.

E o mundo pagaria caro por essa arrogância.

A quem interessar esta temática aconselho o filme baseado na obra magnífica de Erich Maria Remarque, "A Oeste Nada de Novo". Algumas cenas do filme:

Guerra e paz

Publicado entre 1865 e 1869, Guerra e Paz é mundialmente aclamado como um dos maiores romances jamais escritos. Trata de um imenso e detalhado painel da sociedade russa durante o tumultuado período das guerras napoleônicas, de 1805 (ano da vitória de Napoleão na batalha de Austerlitz) a 1812 (quando ocorreram a célebre retirada dos franceses durante o inverno e o incêndio de Moscou). Como fio condutor, temos a vida, as misérias e os amores de duas grandes famílias aristocratas. Uma multidão de personagens retrata as diversas camadas do mundo russo, dos camponeses ao tsar, e os protagonistas parecem ter vida própria, tão admirável é a capacidade de Tolstói (1828-1910) de representar pessoas psicologicamente complexas e profundas. Por sua ambição e pelas técnicas utilizadas, Guerra e Paz desafiou os parâmetros literários e a própria literatura do seu tempo. Se em seu magnífico romance o autor mostrou o sacrifício, o patriotismo e a grandeza do povo russo, também construiu um monumento à paz. A obra-prima de Tolstói brilha como um livro maior entre milhões de livros, deslumbra como só uma verdadeira obra de arte é capaz de deslumbrar e emociona como só as grandes histórias, contadas pelos grandes narradores, conseguem emocionar.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O homem sem dinheiro


Imagine-se a viver um ano inteiro sem dinheiro. Mark Boyle, um antigo empresário, fez precisamente isso e esta é a sua extraordinária e emocionante história. Como será que a família e os amigos reagem? O que é que se come? Onde é que se vive? Como é que isso afeta a nossa vida social e as nossas relações? Como é que nos lavamos? Neste livro marcante, Mark Boyle descobre-o da maneira mais dura e, no decorrer da sua experiência, explora as consequências problemáticas da nossa obsessão pelo dinheiro. Enternecedor, cheio de humor e pleno de conselhos em como poupar dinheiro.